“Revestí-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de coração compassivo, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também. E, sobre tudo isto, revesti-vos do amor, que é o vínculo da perfeição.”

Quero falar de um filme chamado de Inteligência Artificial, lançado em 2001 pelo diretor Steven Spielberg, conta uma fábula sobre a procura do verdadeiro amor. No filme, os mecca – (seres mecânicos), robôs dotados de uma Inteligência Artificial. Jardineiros, empregadas domésticas, até acompanhantes, etc. Empresas fabricam robôs para cada necessidade humana. Então, uma empresa fabrica constrói David, um robô-menino de 11 anos, olhos azuis, cabelos louros, um ‘mecca’ com uma habilidade única: um programa que o capacita a amar e precisar ser amado.

Deus nos criou para amar, Deus é Amor, então os seus filhos em Cristo Jesus devem espelhar amor. Ou você espera que o liquidificador dê um cheiro em alguém, que um aspirador de pó visite uma pessoa no hospital ou o seu celular novíssimo ajude uma pessoa necessitada? Não! Amar é para o ser humano. As pessoas que não amam são sempre frustradas e vazias. A mais profunda necessidade humana é a de sermos amados. Deus nos criou com uma alma que precisa ser amada – ela respira amor, come amor, bebe amor, desfalece da falta de amor!

Um pastor pregou por esses dias um título chamado “Porque amamos tão pouco?” e isso é grande verdade, precisamos amar. Então amar é uma decisão, não é sentimento é uma deliberação, é não é uma máquina que o faz, amar é seu chamado.

Mas como diz o texto quando você ama você tem pouco tempo para você e muito para os outros, amar é negar-se a sai mesmo e viver para os outros.

O que une as pessoas não são porcas, parafusos ou processadores de ultima geração, o que nos junta e nos completa é o Amor. Por Jesus e cheio do Espírito Santo, ame!

Deus te abençoe,

Te amo!

Raimundo.